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Cultura de segurança tóxica: O que é? Como se livrar dela?

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Cultura de segurança tóxica existe?

A segurança do trabalho deveria ser algo que promove o bem estar, que promove o cuidado ativo, que valoriza a vida, e que torna um ambiente de trabalho agradável. Infelizmente devido a cultura de comando e controle nas empresas brasileiras, até a segurança do trabalho pode adquirir um gosto ruim ou até insuportável.

Nesse artigo falaremos sobre uma cultura de segurança tóxica, seus aspectos e como se livrar dela.

CONFIANÇA CEGA NOS RELATÓRIOS

Preencheu o relatório? Cadê o relatório? 

Inclusive em algumas empresas, só o fato do relatório, check list, apr ter sido preenchido já é sinônimo de segurança!

O foco não está na qualidade do documento e nem no seu uso racional e sim no preenchimento, mesmo que seja uma obrigação que não traz nenhuma melhoria para o sistema.

Ter papel é importante! Prova que temos segurança e nos protege no tribunal!

PRESSÃO DE BAIXO PARA CIMA

O líder da operação quer envolvimento em segurança, o líder do andar de cima fica satisfeito mesmo com movimentos superficiais em segurança.

Vemos muito isso em empresas que valorizam muito o DDS em forma de monólogo, mas que desprezam iniciativas que realmente envolvam ativamente na segurança do trabalho.

O DDS precisa mudar! E os treinamentos de SST também 🙄

PRESSÃO POR ZERO ACIDENTES

Esse é um dos pecados bem intencionadas que mais cometemos na área de segurança do trabalho.

A busca cega pelo zero acidente normalmente faz com que os trabalhadores passem a esconder os acidentes e incidentes, isso reduz a chance de aprender com os eventos adversos e evitar uma possível recorrência.

6 efeitos perversos da meta acidente zero – E como evitá-los

REGRAS IMPOSSÍVEIS DE CUMPRIR

Algumas empresas colocam regras que podem até fazer sentido para o processo, mas que são impossíveis de cumprir por conta do tempo que é curto, condições ambientais, falta de ferramentas, processos de trabalho obsoletos. Isso é chamado de violações obrigatórias!

Violações obrigatórias ocorrem quando é impossível fazer o que é certo, ou quando o custo para fazer o certo é muito alto, e o torna inviável.

Violações obrigatórias em segurança do trabalho

SESMT QUE SE JULGA O SABE TUDO

Conseguimos ver esse perfil quando o profissional da área cria procedimentos, check lists e normas internas sem envolver os que serão impactados, ou que terão que lidar com elas.

Criar procedimento de trabalho baseado apenas em NRs pode parecer ser uma boa aposta, mas é uma das piores que você pode fazer.

Outra coisa que infantiliza é o setor de segurança não permitir que o trabalhador tome decisões e participe ativamente das ações de SST.

O trabalhador só apoia aquilo que ele ajuda a criar.

Quando é que o SESMT atrapalha a segurança do trabalho

COMO SAIR DA CULTURA DE SEGURANÇA TÓXICA?

É fundamental entender a realidade do seu ambiente de trabalho. Acima já demos alguns caminhos, e abaixo vão algumas dicas gerais que podem fazer sentido dentro da sua operação.

Invista na segurança física: Me refiro a fazer o “corpo a corpo”. Embora coisas como cartazes e outras formas de promoção possam fazer parte da receita de segurança, nada supera o poder da segurança física.

Quando a mensagem de segurança é distante e fria ela tende a não envolver e motivar ninguém.

Sem tempo para caminhar, sem tempo para conversar…

Invista em indicadores ativos: ao invés de ficar apenas olhando para o que deu errado na organização podemos aprender também com aquilo que dá certo.

O acidente de trabalho é um evento de baixa probabilidade, e não é saudável fazer gestão de atividades rotineiras pensando em eventos raros.

O acidente de trabalho não ajuda a fazer gestão de SST!

Indicadores como cultura de segurança, clima de segurança, eficácia das ações de SST implementadas, sugestões de segurança recebidas a partir das equipes operacionais, percentual DDS ministrado por líderes, percentual de feedback positivo, esses e outros indicadores podem fazer muito sentido como indicadores ativos.

Esse tipo de indicador olha para frente, e aponta não só para o que deu errado mas para aquilo que a organização está fazendo bem feito.

Tornar o “fazer cumprir” o mais fácil e simples possível: as regras de segurança devem ser simples, claras e o mais fácil de cumprir possível.

Sempre que você perceber um trabalhador não cumprindo as regras de segurança, antes de dar bronca, converse com ele. Pode ser que o preço de fazer seguro seja muito alto e por isso o trabalhador esteja tomando atalhos, e se isso for verdade, não adiantar a criar uma nova regra para ajudar cumprir a regra antiga, melhorar o formulário pode não ajudar…

É importante entender o ponto de vista do trabalhador e as dificuldades que ele enfrenta para cumprir a segurança no processo. Isso pode fazer toda diferença entre você ter um processo que funciona um processo que é lindo no papel mas inaplicável na prática.

Programa de Comportamento Seguro.

Avaliação de maturidade da cultura de segurança.

Coaching para uma Liderança Eficaz em Segurança.

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O DDS precisa mudar! E os treinamentos de SST também 😟 O problema com as famosas Regras de Ouro

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